O Ano Em Que Disse Sim




Li "O Ano Em Que Disse Sim" como o livro de dezembro do Infinistante, mas acabou que não curti tanto quanto as meninas. Até tentei forçar a leitura, mas para que? Cheguei a 60% já com raiva da autora, por isso a partir desse ponto segui os conselhos de Murilo Gun e abandonei o livro [melhor abandonar esse e ler outro que eu queira mesmo do que ficar empacada e não ler nada]. 

Enfim...
O livro é BEM feminista, o que por si só não me atrai tanto na literatura, mas a coisa de se estar em um clube do livro é sair da sua zona de conforto e ler algo que você não iria ler normalmente.
* hello-ou, eu não preciso ser feminista para não querer ninguém me encoxando no ônibus ou me desrespeitando por ser mulher
...

Mas essa não foi uma experiência de todo ruim, tem coisas nele que vou levar pra vida. Como ver a Shonda passando de filha mais nova mimada a pobre formanda sem eira nem beira, para depois se tornar uma executiva de sucesso no canal norte americano ABC.
Pessoal, a mulher era tão pobre que tinha de escolher entre comprar vinho [para aliviar as pressões da vida] e papel higiênico. E as vezes, o vinho ganhava. ¯\_(ツ)_/¯

Eu particularmente não curti, mas achei o tempo que gastei nele super válido. Porque estive em contato com uma pessoa que tem ideias completamente diferentes das minhas, numa cultura que pouco conheço. 
Ler é importante, e é essa a lição que quero passar.Não dá sempre para agradar todos, não é? Por isso que o mundo é tão legal.

Veja bem, isso tudo foi o que eu achei, mas você não só pode como deve achar algo completamente diferente. Ou não sei, sei lá. Você vai ter que ler para descobrir.



- despedir o Patrick Dempsey não foi legal

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