SP - Bienal Do Livro




Acordei numa manhã bem gelada para os padrões paulistas. Conferi se a câmera estava com bateria 100% para as milhares de fotos que pretendia tirar, e talvez tenha comido algo na café da manhã. Talvez.

O primeiro erro do dia, vejo agora, foi ter ido até o Tietê para pegar o fretado que me levaria ao Anhembi; e o segundo foi ter enfrentado uma hora na fila para entrar nele [como eu faço em todas as edições desde 2010]. Só que esse ano dei de cara, pela primeira vez, com o despreparo dos organizadores. 
Na hora de contar quantas pessoas iriam caber no ônibus, erraram a mão e duas pobres almas precisaram em ir pé até o Anhembi. Parabéns a todos os envolvidos.
* que fique claro: esse ano, já em casa após a Bienal, descobri que ônibus comum pegar para chegar ao evento
...

Preparei minha bolsa Kipling com todas as coisas que eu iria precisar para sobreviver na Bienal [onde tive que refazer minha credencial de imprensa], incluindo meu Moleskine para anotações.
* deixo aqui registrado que em 2018 comprarei meu ingresso

Sobre [opinião sincera]:
♡  estandes: show!, super bem produzidos
♡  oferta de produtos: uma variedade imensa, com ótimos preços
Melhora significativa sobre a edição de 2016 [que comparada com a de 2014 foi bem okeizinha]. Só os banheiros que francamente... 
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A cada dois anos milhares de pessoas fazem o deveriam fazer sempre: compram livros [muitos livros]. Sim, tinha gente vendendo até mala de rodinha para os clientes esfomeados pela palavra escrita. 

Eu? Essa foi a primeira vez que fui na Bienal Do Livro e voltei sem nenhum livro. Mas apenas porque não haviam muitas opções de livros usados, e quem me conhece sabe que dou preferencias aos digitais, onde nenhuma árvore perde a vida para virar material de leitura.


- vegana literária

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