A Mediadora - A Hora Mais Sombria



No quarto livro da série A Mediadora, Suzannah descobre que precisa passar suas férias de verão estudando [o que para ela não é uma opção] ou trabalhando, porque essa sempre foi a regra na casa de seu novo pai.
* regra essa, que por sinal, nem foi contestada pela mãe da moça [empoderamento feminismo o cacete]

Então Suzannah, sem opção, vai trabalhar como babá num hotel para pessoas de posse. E lá conhece Jack, um menininho um tanto quanto suspeito.


De todos os livros da série A Mediadora, esse foi o que teve a história mais interessante até agora, mostrando bastante do passado de Jesse [moço de iniciativa esse, além de um fofo], trazendo Maria de Silva [a antiga noiva de Jesse] e seu marido, Felix Diego... no caso, como antagonistas.
Aliás, quem é Felix Diego na fila do pão? Meg Cabot deixou ele de lado mesmo...


Aviso desde já que nesse livro vocês não verão o fofinho David por mais de três páginas [conformem-se], porque ele foi "estudar fora". E sumiu também para dar lugar ao garotinho um tanto quanto suspeito. 
* mas pelo menos esse garotinho tirou um pouco Suzannah do pedestal de mediadora em que ela se colocou, rs

Além da arrogância da protagonista, me incomodaram bastante os longos momentos em que Suzannah parava de narrar a historia para "filosofar" sobre a própria vida.
Levei de boa nos três primeiros livros, mas nesse me cansei e acabei pulando grande parte dos tais "diálogos".


Em A Hora Mais Sombria muitas pontas foram deixadas soltas.
Não sei se foi por terem relevância para os próximos três livros, ou porque Meg esqueceu de fechar a trama... 



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